Uma empresa criada para quem nunca
se sentiu bem-vindo nas conversas sobre dinheiro
Educação financeira acessível, sem pressão e sem atalhos. Essa é a razão de existir da Quadrante Nove.
Voltar ao inícioComo a Quadrante Nove começou
A Quadrante Nove nasceu em 2019, depois que uma das fundadoras passou meses tentando entender o próprio extrato bancário e não encontrou nenhum recurso que não usasse jargão sem aviso ou que não tentasse vender alguma coisa no meio da explicação. A ideia era simples: criar um espaço onde as palavras do dinheiro fossem tratadas como o que são — um vocabulário técnico que pode ser aprendido, sem mistério e sem pressão.
O primeiro programa foi uma oficina de quatro noites realizada em uma sala emprestada em Botafogo, com onze participantes. O que chamou atenção não foi a quantidade de pessoas, mas o tipo de alívio que aparecia nas perguntas: adultos com décadas de vida financeira que nunca tinham perguntado o que é um IOF porque não sabiam se era permitido não saber. Esse alívio confirmou que havia um trabalho sério a fazer.
Hoje a Quadrante Nove oferece três programas, cada um com uma estrutura e um público diferentes. O fio que os conecta é o mesmo de sempre: todo termo usado é definido no material do participante, nenhuma recomendação de produto é feita em nenhum momento, e o ritmo de aprender respeita quem está aprendendo.
As pessoas por trás dos programas
Mariana Couto
Fundadora e Facilitadora Principal
Economista com especialização em comunicação financeira. Desenvolveu o currículo da Oficina de Vocabulário e lidera os grupos do Programa de Planejamento.
Rafael Souza
Consultor de Design Curricular
Especialista em design instrucional com experiência em projetos para grandes equipes de RH. Conduz o engajamento B2B de design educacional.
Letícia Faria
Coordenadora de Participantes
Responsável pelo canal de perguntas e pelo acompanhamento dos participantes ao longo dos programas. Ponto de contato para dúvidas operacionais.
Como trabalhamos
Definição de todo termo usado
Cada conceito técnico apresentado vem acompanhado de uma definição escrita no material do participante. Não usamos termos que não explicamos.
Separação entre educação e venda
Nenhum dos nossos programas inclui recomendação de produto financeiro. O conteúdo é educação geral e permanece assim do início ao fim.
Proteção de dados dos participantes
As informações pessoais fornecidas ao se inscrever são usadas exclusivamente para a gestão do programa. Não são compartilhadas com terceiros para fins comerciais.
Grupos pequenos e moderados
O Programa de Planejamento funciona em grupos de no máximo dez pessoas, o que permite que o facilitador acompanhe o progresso de cada participante.
Material revisado periodicamente
Os glossários, cadernos e modelos são revisados antes de cada edição dos programas para refletir mudanças em regulamentações e terminologia do setor.
Canal de perguntas ativo
Participantes têm acesso a um canal moderado durante a duração do programa. As respostas são dadas pela equipe, não por outros participantes.
Educação financeira como ponto de partida, não como destino
A linguagem do dinheiro é um conjunto de convenções que o sistema financeiro desenvolveu ao longo de décadas. Quem cresceu em um ambiente onde esse vocabulário circulava normalmente — em casa, na escola ou no trabalho — tem uma vantagem silenciosa. Quem não teve esse acesso carrega, muitas vezes, a sensação de que há algo que os outros sabem e que nunca foi ensinado diretamente.
O trabalho da Quadrante Nove parte desse reconhecimento. Não tratamos a linguagem financeira como um conjunto de segredos a serem revelados, mas como um vocabulário técnico que pode ser apresentado de forma clara, com definições escritas e sem pressa. O participante que passa pela Oficina de Vocabulário Financeiro sai sabendo ler um extrato, entender o que está sendo cobrado e fazer perguntas mais precisas ao seu banco ou operadora.
Já o Programa de Planejamento Aplicado atende quem já tem algum domínio do vocabulário básico e quer desenvolver uma prática regular de organização financeira. Com ênfase em renda irregular — o caso de muitos autônomos e pequenos empreendedores do Rio de Janeiro — o programa fornece estrutura sem tirar do participante a autoria do próprio plano.
Para organizações, o engajamento de Design Educacional entrega um currículo de propriedade da empresa, que pode ser operado internamente sem dependência de consultores externos. O resultado é um programa que dura além do engajamento.
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